sexta-feira, 12 de junho de 2015

Salvo pela Botina

Salvo pela Botina
Aurelina Haydêe do Carmo

Em visita a um amigo engenheiro agrônomo compartilhou comigo esta conversa.
Estou repassando os detalhes que me chamou atenção (é logico com o consentimento dele).
Dizia ele- o meu 1º trabalho de campo, no final da década de 60, foi muito marcante, lembro-me como se fosse hoje, estava chovendo muito e para chegar na área que íamos medir, tínhamos que atravessar uma área pantanosa, era um banhadão de  mais ou menos 300 metros.

 Um capitão, e ele sempre atrás, com uma trena de 30 metros. A água quase para chegar no joelho.

Era a primeira vez que calçava botina, estava com muita dificuldade para se locomover.

De repente sentiu aquele negócio enroscando no seu pé e subindo na sua perna. Gritou para o colega dizendo que tinha muito cipó no local , ele estava enroscado, com muito custo suspendeu a perna e viu que era uma baita sucuri, ele estava com um facão e o companheiro com outro.

O companheiro pediu que ele ficasse paradinho, quieto, segurou no gogó da bicha e deu uma faconhada  e jogou ela de lado. Era apenas um filhote de SUCURI. Ele falou: “Graças a DEUS fui salvo pela botina ,pois ela estava bem firme, mas passei muito medo e remorso. Graças a DEUS estou vivo.
FUI SALVO PELA BOTINA”


Conto por Aurelina Haydêe do Carmo
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Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

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