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terça-feira, 25 de agosto de 2015

O BERRANTE.

O BERRANTE.
Aurelina Haydêe do Carmo

O berrante tocava.
Tocava, tocava.
E a boiada passava...
Furiosa, apressada, dispersava...


Era só correria,
Boi bravo também corria.
Portas fechadas,
Comércio parado.

O que teria acontecido?
Foi o estouro da boiada,
Transtorno para o vaqueiro,
Que já esta cansado.

Com a camisa suada, paciência,
O boiadeiro com seu berrante,
Com muita persistência
Consegue trazer o boi errante.

Abana, com seu chapéu de palha.
Vendo a boiada espalhar,
E, o som melancólico toca,
A boiada segue a rota.

Caminho do matadouro,
Sua carne vai ser festa.
Matar a fome é o que resta,
Em troca de um picuá de ouro.


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Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

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