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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Mulheres da Bíblia: Eunice

Mulheres da Bíblia: Eunice


“Eunice Este nome, que quer dizer ‘vitoriosa’, aparece somente uma vez na Bíblia (2Tm 1.5). 

Eunice era a mãe de Timóteo, e isso lhe confere certa importância.

Ela, e sua mãe Lóide são descritas como mulheres de fé genuína no Senhor, e tinham, aparentemente, incentivado uma fé semelhante na vida do jovem Timóteo.

Eunice era uma judia devota, casada com um grego. É improvável que fosse uma fiel cristã antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra, onde vivia, mas tinha evidentemente ensinado, de maneira completa, as Escrituras do Antigo Testamento a Timóteo (2Tm 3.15) [...]”
(Dicionário Bíblico Wycliffe. CPAD, 2009, p.710).
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Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

domingo, 26 de julho de 2015

Dia dos avós

Dia dos avós

“E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” (Dt 11.19).


Lóide Avó de Timóteo e, sem dúvida, mãe de Eunice, a mãe de Timóteo. Ela é mencionada apenas uma vez (2Tm 1.5). Aparentemente, a família vivia em Listra, onde Paulo foi apedrejado. Lóide possuía uma fé sincera em Deus, à qual juntaram-se Eunice e Timóteo, embora o marido de Eunice fosse grego e, evidentemente, um homem descrente (At 16.1). Parece bem provável que ela tenha sido uma judia religiosa antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra e que ela, sua filha e seu neto se converteram ao cristianismo por causa do ministério de Paulo. Talvez as circunstâncias que cercaram o apedrejamento de Paulo e sua recuperação tenham contribuído para essa conversão” (PFEIFFER, C. F.; VOS, H. F.; REA, J. (Eds.). Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 ed., RJ: CPAD, 2009, pp.1176-77).

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Dia internacional da Amizade

Dia internacional da Amizade

Há pessoas que nos falam e nem as escutamos.
Há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam.
Mas há pessoas que simplesmente aparecem
em  nossas vidas e nos marcam para sempre.
                                 Cecília Meirelles

Fazer amigos é uma das qualidades mais importantes cultivadas pelo ser humano. Somos diferentes uns dos outros, e muito diferentes.

Muitas vezes, temos propósitos e pensamentos centrados em outras direções, mas, mesmo assim, conhecemos uma pessoa, e com ela começamos uma amizade. Por afinidade intelectual, comercial, como a realização de um negócio.

O início de uma amizade pode ocorrer também em uma hora de infortúnio, diante de uma dificuldade circunstancial. Pode ser coincidência de passar a ser vizinho ou mesmo por trabalhar muitos anos  na mesma repartição.

As vezes acontece como resultado de uma viagem de férias ou de negócio.
E assim começa uma grande amizade...

Até aí, vemos o processo natural do início de uma amizade, agora, daí para frente, torna-se em uma arte a manutenção dessa amizade.

Cultivar uma amizade é estar disposto a estender a estender a mão, mesmo sem ter a certeza de que o gesto será correspondido.

É amar, e se preciso, até sofrer com a pessoa amiga, sem criar a expectativa de receber o mesmo tratamento quando precisar.

Ser amigo é saber partir o pão na hora da fome.
É dividir as experiências no sentido do compartilhar, e nunca do semear.
Fazer amizade é saber misturar uma infinidade de ingredientes, de tal forma que seja confeccionado um bolo saboroso, cujos pedaços são disputados por todos que se aproximam dele.

Amizade é possuir como se não possuísse. É servir, mesmo merecendo ser servido. É amar, mesmo não sendo correspondido. É ajudar sem esperar um dia ser ajudado. É estender a mão, mesmo que a outra esteja encolhida. É dizer Deus te abençoe, até sem esperar que do outro lado seja dito um amém!  


Texto adaptado por Aurelina Haydêe do Carmo( Falando ao Coração).
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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Mas QUAL

-Mas QUAL.
Conto por Aurelina Haydêe do Carmo

Uma  árvore frondosa e copuda sem frutos ,quase tricentenária.  Em seus galhos pousava a passarada, em bando.

A sua sombra descansava – o picolézeiro, o vendedor ambulante de frutas e verduras. A rua também está ali, com quase 300 anos.

Olhando em frente também uma igreja, bem no alto do morro.
Na frente da igreja a imagem de um santo esculpido na madeira de lei.

Tudo ali é uma verdadeira história de CUIABÁ. É um museu no ar livre.
Ali, é passagem quase obrigatória de todos que vem do Coxipó rumo à cidade.
O trânsito fica muito congestionado. Paro, esperando o semáforo, dirijo o meu olhar para a direita. “QUE PECADO”!
A arvore frondosa e copuda tinha uma placa de flande pintada de branco com as letras pretas. VENDE-SE UM CACHORRO DE RAÇA PURA. Cor branca, falar com N... Telefone fixo 3622.... Cel 99...
Mas adiante estacionei o carro, pensei...que pecado! A placa estava grudada na árvore com três enormes pregos caibral.


Ah! se CABRAL( não o Pedro), o nosso PASCOAL MOREIRA CABRAL, tivesse visto, mudaria o seu nome de PASCOAL para MAS QUAL.(como diz o Cuiabano quando não gosta de uma determinada coisa). Ainda bem que não só eu vi, denunciaram e os órgãos competentes vieram e levaram a placa , tava tudo registrado foi fácil achar o malfeitor.
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Conto por Aurelina Haydêe do Carmo
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terça-feira, 14 de julho de 2015

O dinheiro

O dinheiro

A vida do homem não consiste no seus bens
Lc 12.13-34

O DINHEIRO, BENS E POSSES NAS PERSPECTIVAS SECULAR E CRISTÃ


 Perspectiva secular. Uma das formas mais comuns de se enxergar o dinheiro, bens e posses na cultura secular é vê-los apenas como algo de natureza puramente material. Tanto no mundo antigo quanto no contemporâneo, é possível observar que a realidade material pareceu sempre se sobrepor à espiritual. O material passa a dominar a vida das pessoas e isso inclui dinheiro, bens e posses. No Mundo Ocidental, essa forma de enxergar as coisas transformou-se em uma filosofia de vida que se recusa a enxergar outra coisa além da matéria. Por essa perspectiva, o material é superestimado enquanto o espiritual é ignorado e suplantado. Nesse contexto, quem tem posses é valorizado, e quem não as possui nada vale. O dinheiro, como valor material que garante posses, ganha o status de senhor em vez de servo.

Perspectiva cristã. No contexto cristão, o mesmo Deus que fez o espiritual é o mesmo que fez o material. Nos ensinos de Cristo, não há um dualismo entre matéria e espírito! Todavia, as coisas espirituais, por serem de natureza eterna, ganham primazia sobre as materiais, que são apenas temporais (Lc 10.41). Na perspectiva cristã, portanto, as dimensões material e espiritual devem coexistir. Assim como servimos a Deus com o nosso espírito, nossa dimensão espiritual, devemos também servir com o nosso corpo (1 Co 6.19,20; 1 Ts 5.23), nossa dimensão material. Dessa forma, quem se tornou participante dos valores espirituais deve também servir com seus bens materiais (Rm 15.27; Lc 8.3). Aqui, o dinheiro, como valor material, não é visto como senhor, mas apenas como um servo.


Pesquisado por Aurelina Haydêe do Carmo in LB 2015
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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Lembranças do Rio Cuiabá.

Lembranças do Rio Cuiabá.
Aurelina Haydêe do Carmo












Lembro muito bem,
O rio Cuiabá – a ponte:
Margem direita – Várzea- Grande.
Margem esquerda – Cuiabá.

Não importa posição geográfica,
Ele divide duas cidades.
A Capital – Cidade Verde.
Várzea – Grande- a Industrial.

Rio largo, boas lembranças.
Faz recordar as lanchas,
O apito no amanhecer
Ou ao entardecer.

Saíamos correndo,
Lá vem Ela imponente...
Com nomes interessantes:
Bacia do Prata que ficou na mente.

Na curva do rio,
Bem no saladeiro,
Apontava, como um delírio,
Gritava quem avistasse primeiro.

Do barranco, em silêncio, olhando,
Todos saudavam balançando braços,
Sob as águas, deslizando,
Na mente de infância ficou um pedaço.

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Poesia de Aurelina Haydêe do Carmo
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terça-feira, 7 de julho de 2015

A sombrinha

A sombrinha
por Aurelina Haydêe do Carmo


Era apenas uma visita. O carro chegou e o motorista que conduzia a amiga, dirigiu até a portaria e pediu pelo interfone que a descesse.Imediatamente desceu. O dia estava nublado, pensou... não vou levar a sombrinha, caso chova, o motorista entra e nos deixa bem na portinha, no hall de entrada.

No caminho a conversa era sobre o tempo chuvoso e as obras para o mundial. Conversa  vai, conversa vem, contou o caso da vizinha que deu um conselho:

Nós moramos numa avenida muito movimentada, devido os transtornos, tem dia que está até impossibilitada de sair com o carro da garagem. Então a amiga aconselhou-a, vai loja tal, aquela antiga que era na rua do comércio, agora ela está bem nos fundos, na rua do calçadão, lá você encontra uma sombrinha boa, daquelas de antigamente, com vários arames, tecido bom que não passa raios solares e enumerou muitas vantagens do produto, parecendo que ganhava comissão pela propaganda bem feita . Deixou bem claro. É caro(dispendiosa), mas vale a pena.

Com ar satírico completou: já mandei fazer uma sandália de pelica, o sapateiro falou o preço, só não caí, porque estava sentada. Quando assustei com o preço, ele me disse: o solado é feito de pneu de avião. Como de pneu não entendo nada, só sei que a roda, roda, me calei e paguei 50% do combinado.

É verdade, a sandália é feia, mas é muito boa. Com a sombrinha e a sandália aja pernas para recantear a cidade.

Então, no trajeto, começou a chover, era um pé dágua que dava até prá cachorro beber água em pé.

Chegamos, a colega lembrou da famosa sombrinha.
Amiga: abre o guarda-chuva.
Eu não trouxe, disse ela.

Risos...com tanta propaganda pensei que chegou a hora de estrear a famosa sombrinha.

por Aurelina Haydêe do Carmo
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lá vem Deus

Lá vem Deus
( Conto por Aurelina Haydêe do Carmo)
Faz tanto tempo... mas a memória viva dos tempos de criança, ainda continua como se fosse hoje.

A nossa rua era linda, bem traçada e patrolada. Do meio da rua dava para alongar a vista e ver uns 3 KM de reta.

Como naquele tempo todas as casas tinham na base de 5 a 8 crianças, os meninos estudavam pela manhã e as meninas à tarde.

Acontece que pela manhã, talvez por certo mais ameno o sol, um Senhor, percorria o bairro, com um grande livro preto (Bíblia) embaixo das axilas.

Livro este muito desgastado pelo tempo e uso. Estava mais aberto que fechado, muito usado. Engraçado que todos os moradores gostavam dele. A criançada fazia roda com a sua chegada. Suado e cansado sentava no batente das portas e distribuía balinhas para as crianças.

O almoço era degustado na casa onde ele chegava, é claro no horário do rango. Comida era o que  tinha em todas as casas e os moradores ofereciam com muita satisfação. Parecia que já era da casa.

Um detalhe, ele era nordestino, o seu modo de falar era bem diferente do nosso(sotaque). Era muito querido por todos.
Para nossa tristeza ele sumiu.

Um dia, de longe uma das crianças o reconheceu, vindo lá na curva.
Correu, chamando todas as crianças para recebe-lo. E pulava com os dois pezinhos, batia palmas de alegria, gritando em alta voz: LÁ VEM DEUS.
( Conto por Aurelina Haydêe do Carmo)
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