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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

“Saudações Finais de Paulo (4.21-23)



“Saudações Finais de Paulo ( Filipenses 4.21-23 )"

21 - Saudai a todos os santos em Cristo Jesus. Os irmãos que estão comigo vos saúdam.
22 - Todos os santos vos saúdam, mas principalmente os que são da casa de César.
23 - A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vós todos. Amém!

Considerando que as cartas seculares eram frequentemente concluídas com um desejo de boa sorte ou boa saúde, do autor, para o destinatário, Paulo concluiu tipicamente suas cartas oferecendo palavras de saudação (por exemplo, Rm 6.3; 1Co 16.19; 1Ts 5.26). A epístola aos filipenses reflete este estilo, pelo fato de o apóstolo concluir esta carta com algumas saudações finais. 

Esta parte final da carta pode ter sido uma observação realmente escrita pelo próprio Paulo, após seu escriba ter concluído a parte mais formal da carta. Esta parte é destinada a várias pessoas dentro da igreja — possivelmente os líderes mencionados no capítulo 1.1 (daí o uso do plural imperativo: ‘Saudai a todos os santos em Cristo Jesus’).

No verso 21, Paulo não está somente trazendo uma saudação coletiva à Igreja em Filipos, no mesmo sentido em que uma pessoa hoje pede a alguém que ‘cumprimente a todos’ em seu nome. Mantendo seu relacionamento afetuoso e sincero com os filipenses, está pedindo que cada um, e todos os cristãos da congregação, recebam a sua saudação.

As palavras finais de bênçãos proferidas por Paulo repercutem suas palavras de saudação. Seus seguidores são lembrados da ‘graça’ que lhes foi estendida, pela obra vicária realizada em seu favor pelo Senhor exaltado (2.6-11)”

(ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 4 ed., Vol. 2, RJ: CPAD, 2009. p.511).

Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Paciência



Paciência
  Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação [...]." (Rm 12.12)

Vivemos em um mundo onde as pessoas estão a cada dia mais ansiosas, mas os que têm esse aspecto do fruto sabem esperar em Deus com tranquilidade (SI 40.1). O nosso maior exemplo de paciência está em Deus. Ele é Longânimo para com os homens, esperando que ninguém se perca (2 Pe 3.9). Moisés, ao ter um encontro com o Senhor no monte Sinai, declarou: "Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade" (Êx 34.6).

Muitos vivem sofrendo por antecipação, pois se esquecem do que Jesus nos ordenou: "[...] Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida [...]" (Mt 6.25). A ansiedade é uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo. Ela gera angústia e sofrimento, porém Deus não quer que seus filhos vivam com o coração perturbado, ansioso (Jo 14.1).

A paciência, fruto do Espírito, nos ajuda a enfrentar as lutas e os sofrimentos da vida sem desanimar. Os sofrimentos não são para nos destruir, mas servem para nos lapidar, para nos tornar mais pacientes e perseverantes (Hb 12.7-11). Precisamos aprender a esperar com paciência e tranquilidade em Deus, tendo a certeza de que todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8.28). Lancemos diante do Senhor tudo aquilo que nos aflige, pois Ele é bom e tem cuidado de nós (1 Pe 5. 7).

Concluindo, a paciência não é transferida de uma pessoa para outra. Ela é produzida em nós pelo Espírito Santo à medida que lhe permitimos que a imagem de Cristo seja formada em nós. Toda prova, tentação e demora em sua vida podem ser uma oportunidade para o Espírito Santo produzir em você o fruto da paciência.

 Pesquisado por Aurelina in LBD 1T 2017

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Paz



PAZ

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27).


A paz de Deus nos faz repousar em segurança ( Sl 4.8) ;


Aparte-se do mal e siga a paz ( Sl 34.14 );


Os que amam a lei de Deus têm paz (Sl 119.165);


Jesus é o Príncipe da Paz (Is 9.6);


Em Jesus Cristo encontramos a paz verdadeira (Jo 16.33);


Se possível, viva em paz com todos (Rm 12.18);


Sabe-se que paz é a ausência de guerra. Vivemos tempos trabalhosos. Em muitos centros urbanos a violência só aumenta e as cidades do interior também têm experimentado este aumento. Na esfera mundial, temos observado muitas guerras (de cunho religioso) no Oriente Médio.

Em Jesus, temos paz. Não estamos falando da paz que o mundo oferece. Estamos falando de uma paz que excede todo entendimento; uma paz com Deus que, mesmo em um mundo cheio de guerras e conflitos, podemos afirmar que vivemos em paz. A verdadeira paz resulta da fé em Deus, porque somente Ele incorpora todas as características da paz. Para encontrar a paz de espírito e a paz com os outros, você precisa encontrar a fé com Deus.

Vivemos em uma sociedade onde a violência tem feito muitas vítimas e tirado a tranquilidade das pessoas, fazendo com que as pessoas adoeçam. Ultimamente, temos visto o aumento da chamada Síndrome do Pânico, ou seja, um transtorno da ansiedade que leva a um pavor incontrolável, mesmo que não haja nenhum perigo iminente. A pessoa acometida por essa enfermidade perde a quietude. Quem está sendo acometido por esse mal precisa do acompanhamento de um psiquiatra, terapia e o carinho e a compreensão dos familiares e da igreja.

Concluindo, mesmo em meio às adversidades, podemos ter paz, pois é uma quietude interior que vem de Deus. Que você possa ser um pregoeiro da paz de Cristo, seja na Igreja ou fora dela.

Pesquisado por Aurelina in LBD - 1º Trimestre de 2017.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A Origem dos Sacrifícios

A Origem dos Sacrifícios

Em relação à origem dos sacrifícios, existem duas opiniões: (1) que eles têm sua origem nos homens, e que Israel apenas reorganizou e adaptou os costumes de outras religiões, quando inaugurou, seu sistema sacrificial; e (2) que os sacrifícios foram instituídos por Adão e seus descendentes em resposta a uma revelação de Deus.

É possível que o primeiro ato sacrificial em Gênesis tenha ocorrido quando Deus vestiu Adão e Eva com peles para cobrir sua nudez (Gn 3.21). O segundo sacrifício mencionado foi o de Caim, que veio com uma oferta do ‘fruto da terra’, isto é, daquilo que havia produzido, expressando sua satisfação e orgulho. Entretanto, seu irmão Abel ‘trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura’ como forma de expressar a contrição de seu coração, o arrependimento e a necessidade da expiação de seus pecados (Gn 4.3,4). [Também é possível que a razão do sacrifício de Abel ter sido agradável a Deus, em contraste com sua rejeição ao sacrifício de Caim, tenha sido o fato de Abel ter trazido o que tinha de melhor (‘primogênitos’ e ‘sua gordura’) enquanto Caim simplesmente obedeceu aos procedimentos estabelecidos — Ed.]

Em Romanos 1.21, Paulo refere-se à revelação e ao conhecimento inicial que os patriarcas tinham a respeito de Deus, e explica a apostasia e o pecado dos homens do seguinte modo: ‘Tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças’.

Depois do Dilúvio, ‘edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos sobre o altar’ (Gn 8.20). Muito tempo antes de Moisés, os patriarcas Abrão (Gn 12.8; 13.18; 15.9-17; 22.2ss), Isaque (Gn 26.25), e Jacó (Gn 33.20; 35.3) também ofereceram verdadeiros sacrifícios.

Um grande avanço na organização e na diferenciação dos sacrifícios ocorreu com a entrega da lei no Monte Sinai. Um estudo dos diferentes sacrifícios indicados revela seu desenvolvimento final, visando atender às necessidades do indivíduo e da comunidade” 

(Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 ed., RJ: CPAD, 2009, p.1723).

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O Pentecostalismo e a Reforma Protestante

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Ser Feliz

Ser Feliz


Ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções.

Ser feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia.

Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza.
Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos.
Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo.

Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma.

É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida.
Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem de ouvir um “não”. É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta.

É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam.
Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples.

É ter maturidade para poder dizer: “errei”.
É ter a coragem de dizer:”perdão”.
É ter a sensibilidade para dizer: “eu preciso de você”.
É ter a capacidade de dizer: “te amo”.

Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…
Que nas suas primaveras seja amante da alegria.
Que nos seus invernos seja amante da sabedoria.
E que quando errar, recomece tudo do início.

Pois somente assim será apaixonado pela vida. Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar o prazer. Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência.


Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível“.

*Recebí, estou repassando, Aurelina.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Feliz 2017

Feliz 2017


Estamos iniciando mais um ano. Como ocorre em todos os anos, traçamos planos e metas, objetivando um ano melhor. Pensando um pouco sobre isto imaginamos que a Palavra de Deus tem uma mensagem especial:

“Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos  para a cidade tal, e lá passaremos um ano, desfrutaremos e seremos felizes. Vós não sabeis o que sucederá amanhã.

Que é a vossa vida?
Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.

Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos  como também faremos isto ou aquilo”.Tiago 4:13-15

As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar.

As comunidades antigas expressavam isso através de ritos: jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar o que, em suas vidas, estava “envelhecido”. Até hoje, ritos ocorrem nas praias brasileiras, o povo  do mundo inteiro são cheios de superstições nestes dias de fim de ano. É nisso que se resume à virada de Ano: Superstições? A palavra de Deus no diz que não.

Se a humanidade pensasse que, se todo o dia fosse dia de Ano Novo, a vida seria uma eterna celebração. Na sequencia do tempo, o ano que passou fica registrado em nossa memória.

Ter consciência de nossas conquistas é importante, mas nada melhor do que se maravilhar com as pequenas dádivas diárias que a vida nos proporciona.

Nas mensagens de final de ano, já é tradição receber votos de plena realização dos grandes sonhos. Certamente, este é um dos nossos desejos.

Queremos desejar algo mais que possamos repensar o tempo ao celebrar também nossas pequenas revoluções diárias, que possamos nos reinventar todos os dias através de nossas pequenas e grandes conquistas.

Assim, ao traçamos nossos planos concernentes ao Ano Novo, é mister que saibamos qual é a vontade de Deus para este Ano Novo.

Almejamos que o Novo Ano, que ora se inicia, seja um ano de 365 grandes celebrações,

FELIZ ANO NOVO- votos de Aurelina

Adaptado do editorial Batista- Pr. Carlos


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