quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

CHEGOU DEZEMBRO,


CHEGOU DEZEMBRO,
MÊS DE BALANÇO,
VÊ SE ME LEMBRO
EM CASA NADA FAÇO.

CHEGOU DEZEMBRO,
DEZEMBRO TÃO ESPERADO,
ESPERADO PELOS MEMBROS,
FAMILIARES E ACONCHEGADOS.

DEZEMBRO MÊS DE UNIÃO,
MUITAS ORAÇÕES.
FOI DIFÍCIL, MAS VENCEMOS.

ESTAMOS AGUARDANDO
NOVO ANO, ESPERANÇAS RENOVADAS.
ASSIM NÓS CREMOS.

AMÉM.

Autoria: Aurelina Haydee do Carmo.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Então chegou dezembro

Então chegou dezembro

“Tu vais andando com tua xícara de café e de repente alguém te empurra fazendo com que tu derrames café por todo o lado.

- Por que tu derramaste o café?

Porque alguém me empurrou!

- Resposta errada!

Derramaste o café porque tinhas café na caneca. Se tu tivesses chá, tu terias derramado chá. O que tu tiveres na xícara é o que vai se derramar.

Portanto, quando a vida te sacode o que tiveres dentro de ti, tu vais derramar.

Tu podes ir pela vida fingindo que a tua caneca é cheia de virtudes, mas quando a vida te empurrar, tu vais derramar o que na verdade existir no teu interior.

Sempre sai a verdade à luz.

Então, terás que perguntar a si mesmo. O que há na minha caneca? Quando a vida ficar difícil, o que eu vou derramar? 

Alegria?

Agradecimento?

Paz?

Bondade?

Humildade?

Ou raiva?

Amargura?

Palavras ou reações duras? Tu escolhes!

Trabalhe em encher a tua caneca com gratidão. Perdão.

Alegria.

Palavras positivas e amáveis.

Generosidade.

 E amor para os outros. 

O que estiver na tua caneca, tu és o responsável. 

E olha que a vida sacode.

Às vezes sacode forte.

Sacode mais vezes do que podemos imaginar.”

Autor desconhecido (alguns atribui a autoria a Mário Sérgio Cortella).


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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

EU sou o palhaço!!

EU sou o palhaço!!

Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da plateia e o riso era tão bom, tão profundo e natural que se tornou terapêutico. 

Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar angústias.

Um dia porém um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor.

O médico então, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza, de abrandamento de todas as dores da alma, de iluminação de todos os cantos escuros do nosso jeito perdido de ser. 

O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direção a porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou: "não posso procurar o circo... aí está o meu problema... eu sou o palhaço".
Nailor Marques Junior

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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

O BARQUINHO

O BARQUINHO   

Era uma vez um menino chamado Toninho.

Toninho morava perto de um rio, e por isso, gostava muito de barcos.

Ele sempre fazia barquinhos de papeis, mas eles acabavam se desmanchando na água.

Um dia, enquanto caminhava pelas ruas da pequena cidade onde morava, ele viu na vitrine da loja, um barco bem bonito, do jeitinho que ele queria.

Toninho entrou na loja e perguntou o preço do barco ao dono da loja.

Era um valor muito alto e Toninho não tinha o dinheiro para comprar ao barco.

Saiu muito triste da loja. Foi no caminho que teve uma idéia. Iria construir o seu próprio barco, mas não de papel, como das outras vezes. Agora ele iria construir um barco de madeira.

Por vários dias, Toninho, juntamente com o seu pai, construiu um lindo barco, o qual o término foi pintado com cores alegres.

Os olhos de Toninho brilharam de alegria ao ver o lindo barquinho colorido. Ficara lindo.

Com todo cuidado, Toninho colocou o barco no laguinho, que ficava perto do rio. E ali, brincava alegremente com o seu barquinho.

Um dia, quando Toninho brincava com o seu barco, veio uma forte tempestade levou o barco de Toninho para o rio. Toninho tentou alcançar o barco, mas foi em vão. As águas estavam muito agitadas e levou o barco para longe.

Toninho ficou muito triste. O pai até queria fazer outro barco, mas Toninho queria aquele, porque ele tinha gostado muito dele. Outro barco não seria a mesma coisa.

Toninho ficou a caminhar  tristemente pelas ruas da cidade. Quando, de repente ao olhar para uma vitrine de uma loja, viu um barquinho muito parecido com o seu.

Ele entrou na loja e pediu ao vendedor para mostrar o barquinho. Toninho pegou o barquinho nas mãos e examinando-o cuidadosamente e concluiu:

 - Esse é o meu barquinho.

 O vendedor sorriu para o menino e disse:

- Esse barco pode ser seu garoto, mas tem que pagar o preço dele.

 Toninho, entre lágrimas, tentou explicar o ocorrido para o vendedor. Mas, o vendedor disse que para Toninho ter o barco de volta, ele teria que pagar o valor do mesmo, porque aquele barco agora pertencia à loja.

 Toninho saiu da loja muito triste, pensando o que fazer para conseguir o seu barco de volta. Decidiu que iria trabalhar muito, até ajuntar o dinheiro e comprar o barco.

 E assim Toninho fez. Por vários dias, Toninho trabalhou incessantemente como entregador, limpador de calçadas, etc. Até que um dia, conseguiu ajuntar o dinheiro para comprar o seu barquinho.

 Toninho foi apressadamente a loja, com medo de não encontrar o barquinho. Mas... para a sua alegria, o barco ainda estava lá.

Toninho entregou o dinheiro ao vendedor que lhe deu o barco em troca.

Toninho, tomou  em seus braços o barquinho dando um suspiro aliviado e disse:

 -  Meu barquinho querido. Você é meu duas vezes. A primeira vez, porque eu te construí e agora a segunda vez porque eu te comprei.

 Essa história é semelhante a nossa vida. E poderíamos dizer que somos como aquele barquinho. Um dia, Deus fez o homem com muito amor e carinho, mas a tempestade (pecado), separou o criador da criatura.  Mas... Deus, o criador teve um plano e através de Jesus Cristo, seu filho, Ele pode trazer o homem de volta para os braços do criador.

Muitas pessoas ainda andam longe do criador, mas Deus espera ansiosamente para toma-lo em seus braços amorosos, porque o preço já foi pago através do sangue de Jesus derramado na cruz por causa dos nossos pecados.

 (autor: desconhecido - adaptação Lina)

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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Saudade de mim

Saudade de mim

 ( Aurelina Haydêe do Carmo)

Tenho saudade de mim.
As horas silenciosas
Penso no meu neto,
Fico ansiosa.

Enfim- tenho saudade
Da rua,
Inspiração da lua,
Da praça
E da graça
Das crianças.

Saudade do parque,
Tanta saudade de mim
Que embarco
Nesta saudade sem fim.

Perdemos os agradáveis- bate papo,
Que num solapo
Desapareceu.
Escureceu meus pensamentos

E eu...
Sinto saudade de mim.
Estou na inércia
Retrato Pérsia.
Não merecia nem um dia
Ficar presa por decreto.
Deus me ouvirá por certo.
A vitória está perto.

Julho de 2020.
Autoria:  Aurelina Haydêe do Carmo

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terça-feira, 17 de novembro de 2020

O CUIDADO COM AS FIANÇAS E EMPRÉSTIMOS

O CUIDADO COM AS FIANÇAS E EMPRÉSTIMOS

1. O Fiador. O Dicionário Aurélio define o fiador como “aquele que fia ou abona alguém, responsabilizando-se pelo cumprimento de obrigações do abonado; aquele que presta fiança”. O crente deve ter cuidado ao afiançar ou avalizar alguém, pois como diz o sábio, poderá sofrer “severamente aquele que fica por fiador do estranho” (Pv 11.15).

Tenha cuidado com o cartão de crédito e com o famoso “cheque emprestado”. Este último se não houver fundos para cobri-lo, na data da apresentação, você será cadastrado na lista de emitentes de cheques sem fundos. Siga a recomendação do sábio, evite esse tipo de problema e esteja “seguro” (Pv 11.15).

2. Empréstimo. O Dicionário Aurélio auxilia-nos também na definição do termo emprestar: “Confiar a alguém (certa soma de dinheiro, ou certa coisa), gratuitamente ou não, para que faça uso delas durante certo tempo, restituindo depois ao dono”. Sobre isso, o conselho encontrado em Provérbios é atualíssimo: “Não estejas entre os que dão as mãos e entre os que ficam por fiadores de dívidas. Se não tens com que pagar, por que tirariam a tua cama de debaixo de ti?” (Pv 22.26,27).

Não há nada de errado em emprestar, ou tomar emprestado, desde que se cumpra o compromisso firmado. Comprou? Pague! Tomou emprestado? Devolva! Quem compra e não paga, toma emprestado e não devolve, age desonestamente para com a pessoa que lhe deu crédito e desonra o nome do Senhor.

* SINOPSE: O cristão deve ter prudência ao decidir ser um fiador ou efetuar um empréstimo.

PESQUISADO POR AURELINA IN EBD 4T 2013.

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sábado, 14 de novembro de 2020

15 de Novembro: Proclamação da Republica

Em uma das muitas viagens de férias- fui até a simpática cidade de Marechal Deodoro.

É uma cidade fascinante, tudo respira cultura e história. Seus casarões, a praça, museu, etc.

Peguei este folheto, conheço a história deste grande alagoano, assim como sei que todos os brasileiros sabe muito bem a história de cor.


Deodoro entrou na História com fragor. Foi casado com uma cuiabana.

Dona – Mariana Cecilia de Sousa Meireles contraiu núpcias a 16 de abril de 1860 –em  Cuiabá- MT.

O culto à memória do Marechal Deodoro da Fonseca, mais que um trasbordamento de gratidão de todos nós “ figura de herói perfeito, pai de um regime, do regime republicano”, cuja vida constitui exemplo de coragem, abnegação, lealdade, tolerância e patriotismo, a ser seguido por todos os brasileiros.

Manoel Deodoro da Fonseca  nasceu a 5 de agosto de 1827, na antiga cidade das Alagoas, depois denominada, em sua memória, Marechal Deodoro.

Seus restos mortais repousam no cemitério de São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro. No túmulo, apenas uma singela inscrição:  “Deodoro e sua esposa: ele não morreu, está vivo”

E vivo permanecerá no coração de todos os brasileiros.
             


Fonte:  Pesquisa feita por Prof.Aurelina na  Prefeitura Municipal de Marechal Deodoro-AL

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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Direito de ter direitos

Direito de ter direitos

É muito importante entender bem o que é cidadania. É uma palavra usada todos os dias e tem vários sentidos. Mas hoje significa, em essência, o direito de viver decentemente.

Cidadania é o direito de ter uma ideia e poder expressá-la. É poder votar em quem quiser sem constrangimento. É devolver um produto estragado e receber o dinheiro de volta. É o direito de ser negro sem ser discriminado, de praticar uma religião sem ser perseguido.

Há detalhes que parecem insignificantes, mas revelam estágios de cidadania. Respeitar o sinal vermelho no trânsito, não jogar papel na rua, não destruir telefones públicos. Por trás desse comportamento, está o respeito à coisa pública.

O direito de ter direitos é uma conquista da humanidade. Da mesma forma que a anestesia, as vacinas, o computador, a máquina de lavar, a pasta de dente, o transplante no coração.

Foi uma conquista dura. Muita gente lutou e morreu para que tivéssemos o direito de votar. E outros batalharam para você votar aos dezesseis anos. Lutou-se pela ideia de que todos os homens merecem a liberdade e de que todos são iguais diante da lei.

Pessoas deram a vida combatendo a concepção de que o rei tudo podia porque tinha poderes divinos e aos outros cabia obedecer.

No século XVIII, a rebeldia a essa situação detonou a Revolução Francesa, um marco na história da liberdade do homem.

No mesmo século surgiu um país fundado na ideia de liberdade individual: os Estados Unidos. Foi com esse projeto revolucionário que eles se tornaram independentes da Inglaterra.

Desde então, os direitos foram se alargando, se aprimorando, e a escravidão foi abolida. Alguém consegue hoje imaginar um país defendendo a importância dos escravos para a economia?

Mas esse argumento foi usado durante muito tempo no Brasil. Os donos de terra alegavam que, sem escravos, o país seria uma catástrofe. Eles se achavam no direito de bater e até matar os escravos que fugissem. Nessa época, o voto era um privilégio: só podia votar quem tivesse dinheiro. E para se candidatar a deputado, só com muita riqueza em terras.

No mundo, muitos trabalhadores ganharam direitos. Imagine que, no século passado, na Europa, crianças chegavam a trabalhar até quinze horas por dia. E não tinham férias.
(Gilberto Dimenstein. Cidadão de Papel. São Paulo: Ática, 1995)


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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

O trampolim inexistente

O trampolim inexistente
Nunca escondi uma mania (um vício, uma obsessão) que sustenta minha escrita. Não consigo começar a escrever — seja uma ficção, um ensaio, um artigo para o jornal, o que for — sem antes anotar no alto da página a palavra “nada”. Lembro-me do dia em que isso começou. Estava com uma gripe forte. O desânimo e a apatia me dominavam. Ainda assim, precisava entregar um texto — uma crônica — até o final daquele tarde.

Passei muitas horas diante da tela em branco de meu primeiro computador. A tela me hipnotizava. Sugava-me para seu interior, arrastava-me para seu centro ausente, esvaziava-me. Eu precisava de um chão — assim como os nadadores, que sem dispor de um trampolim, não podem dar seus saltos. Mas me faltava um chão. Lembro que pensei: “Estou perdido. Os cozinheiros, pelo menos, têm suas receitas, e os economistas, suas planilhas. Eu nada tenho”.

Foi então que me ocorreu: esse “nada” era meu único consolo, era meu único ponto de partida. Não tinha outro apoio, nada em que me amparar. Nada mesmo. Foi aí que decidi a ele me agarrar e, julgando-me um pouco tolo, escrevi a palavra “nada” no alto da página vazia. É difícil descrever o alívio que aquilo produziu em mim. De repente, eu pisava em alguma coisa. Alguma coisa — ainda que nada — me sustentava. Um nada, que nada é, ainda assim se oferecia como algo que era só meu. E um escritor, para começar, precisa desse sentimento de que só ele, e mais ninguém, possui algo, por mais insignificante ou ridículo que seja, ou não conseguirá escrever.

Logo depois, em um jato, escrevi minha crônica. De tal modo me agarrei àquela palavra mágica, “nada”, que já não me recordo que crônica escrevi. A crônica era o que menos importava. Como se um atleta olímpico, depois de um salto ornamental, declarasse: “O salto foi medíocre. Mas de que trampolim eu saltei!”. Desde então, começar meus textos com a palavra “nada” se transformou em um ritual. Algumas vezes, constrangido, eu me pego anotando-a no alto da lista de supermercado, ou da agenda semanal. Nada é meu trampolim. É meu solo. Sem nada não sou ninguém. (...)

(Castello, José. Caderno Prosa&Verso. Junho de 2012)

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domingo, 1 de novembro de 2020

O cemitério

O cemitério

Conto por Aurelina Haydêe do Carmo


Todos os domingos para a minha devoção, é caminho quase obrigatório, falo quase, por ser este o mais rápido passar na lateral do cemitério central. A igreja que frequento fica mais acima, passando por lá é uma retona (reta longa).

Não precisa ficar pensando que tenho medo de assombrações. Vou de caronista, no meu próprio carro. Não que eu não saiba dirigir, por falar em dirigir ,ví e ouvi num programa pela manhã , que todos nos dirigimos bem, o que diferencia uma pessoa da outra, um dirige bem outras são barbeiras (não existe nada disso), é a sua visão periférica que esta em jogo.

Voltando lá, dirijo bem, não sou eu que estou dizendo: é o povo , dou ao luxo de ser passageira aos domingos, isto para apreciar as belezas da minha cidade. É um colírio para os olhos.

Já que minha visão periférica é boa, uma coisa me chamava atenção, passando na perpendicular da rua do cemitério central, na penumbra (nossa cidade é cognominada de cidade verde, não cidade luz) via uma coisa que parecia um sentinela, na porta do sumiutério (como dizia meu irmão).

Muitas e muitas vezes passava por aquelas imediações e o carro em velocidade, eu, com meu olhar periférico voltava os meus olhos para a porta da cidade dos pés juntos e via ou pensava que via algo estranho.

Um dia não aguentando a curiosidade pela manhã (é claro) fui até lá, vi o que era.

No domingo seguinte falei para o meu motorista, passar devagar e olhar aquela cena.
Exatamente, eu não estava equivocada. Ele viu e afirmou: é um guarda, achando que era o vigia.

E disse : Incrível, hoje até os mortos precisam ser vigiados.

Você sabe por que? Infelizmente os vândalos estão em toda parte, roubam vasos, flores, lápide, castiçais etc.

Eu já sabia o que era, mas deixei quieto.

Então, um dia passamos por lá, depois de uma ventania, qual não foi nossa surpresa, rimos muito, a assombração estava caída no chão, parecendo que estava dormindo.

Rimos da nossa imaginação, mas meu coração ficou de luto, deixaram uma bela palmeira (coqueiro) apodrecer, morrer e tombar. Lá estava ela, inerte, sem vida. Em frente do cemitério.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

MINHA PRIMEIRA TELA

MINHA PRIMEIRA TELA



         Um dia eu estava numa reunião, e no intervalo da mesma, a coordenadora apresentou uma senhora (voluntária), a qual com boa vontade, carinho e disposição queria ensinar às (pessoas da) 3ª idade o Mundo Maravilhoso da Pintura.

         Nem dei atenção àquelas palavras cativantes, embora o curso sendo (fosse) grátis, com direito aos materiais como:  tela, pincéis, tinta, lanche, solvente e tudo que tinha e não tinha direito (risos). Além de uma sala climatizada.

         A voluntária ficou meio sem jeito, pois ninguém entre mais ou menos cem pessoas manifestaram vontade de aceitar o convite alvissareiro. Talvez ninguém tivesse o dom para tal.

         Então fiquei mais sem jeito que ela, meio acanhada eu falei:

         - Eu quero.

         Nem parei para pensar, pois (eu) nunca havia pintado nada, pois não pensava em ser uma Artista Plástica. Assim uma, mais outra, mais e mais foi manifestando o desejo como forma de entretenimento, a fim não deixar o estresse invadir a sua vida.

         O curso foi maravilhoso, fizemos várias amostras, até numa das praças da cidade, com direito a ocupar o Coreto. Agora vou apresentar para vocês a minha  primeira tela, a qual dedico a todas as mulheres de Cuiabá, de Mato Grosso e do mundo.

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

PARABÉNS AURELINA. 20 de Outubro

PARABÉNS AURELINA.

20 de Outubro

Hoje é meu aniversário. Estou feliz.

Agradeço ao Criador, Deus Grande, Onipotente.

Gostaria muito em sair do meu confinamento, passear, cantar, ir na igreja para agradecer pelos dias felizes com saúde que Deus me tem dado. Saudade de tudo e de todos.

Quero continuar sorrindo, poetizando, passeando pelos parques da cidade, ao amanhecer  ouvir os cantos das aves e ao entardecer ver a beleza do pôr do sol e sentir a brisa gostosa do anoitecer como fazia dantes. Tanta saudade...

Amo ler. Ontem sentada na cadeira de balanço na sacada do meu apartamento, lia um texto de Mario de Andrade.

“ O valioso tempo dos maduros”.

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para  frente do que já vivi até agora.

 Tenho muito mais passado do que futuro.

Sim...essa sou eu.

Do passado tenho boas lembranças – família grande e abençoada em volta de uma mesa, jantar perfumado e aroma  irresistível; desfrutei de todas as brincadeiras de infância até banho de rio- águas límpidas.  Tive o privilégio de conhecer todos os países europeus,  América do Sul e uma parte da América do Norte,  uma parte do continente Africano.

 Estive em Jerusalém,  no Jardim das Oliveiras , em Jericó, Cafarnaum, Mar Morto e assim em muitos lugares que tive a alegria em contemplar a beleza e a grandeza deste nosso mundo . Voltando no Brasil o único Estado que não coloquei os meus pés foi o Acre.  Por quê, porquê, sei não... Minha irmã caçula antes da pandemia  mudou –se pra lá, então depois da pandemia fechando o Brasil.

Daqui pra frente- otimismo, Deus não desampara seus filhos.

Peço que Ele me dê Graça e Saúde  para eu exaltar o teu Santo nome.

Não basta viver; é preciso saber viver.

Em Provérbios capítulo 9 :11 – Pois por meu intermédio os seus dias serão multiplicados, e o tempo da sua vida se prolongará.

Grata por tudo, Deus Maravilhoso. Amém.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Dia das Crianças - 12 de Outubro/2020

Dia das Crianças - 12 de Outubro/2020

 – TUDO PARADO. ( crônica).

Dia das Crianças - ano 2020, criança sem o convívio escolar, sem parquinhos, sem Shoppings, sem algodão doce e outras coisas mais.

A criança sonhou (parece que sonhou), que empinava pipa.

Acordou e foi direto as folhas A4 disponíveis em cima do rack, puxou a gaveta  e com toda criatividade com os dentinhos afiados fez um buraquinho , passou o barbante.

Pronta a PIPA.

Olhou para a suposta PIPA.

Olhou lá fora por entre a persiana.

Era cedo.

Janelas trancadas, teve  uma idéia ...

Corre até sua mãe que estava na cozinha atarefada entre preparar o café da  manhã , preparar sua aula online e ainda preparar suas tarefas do curso de especialização (professora).

O menino, a criança, mesmo com pouca idade parecia que adivinhava  que aquele dia não era um dia qualquer.

Era * DIA da CRIANÇA.

Ele queria soltar PIPA.

Pede para sua mãe, ligar o ventilador, na certeza que a PIPA, segundo  seu pensamento e seu linguajar iria voar lá encimão.

Insiste com a mãe, e esta paciente lhe diz:

- A tarde, depois do almoço, vamos descer e empinar  PIPA.

A criança paciente esperou entretido  entre outros brinquedos.

Chegou à tarde. Era primavera (só no calendário).

A tarde insistia em sua quietude,  reflexo das fumaças vindas das queimadas.

E a criança sem entender o mundo dos adultos, olha para a arvore  com suas folhas estáticas, volta o olhar para  a mãe e balbucia tristemente. Olha  mãe para a arvore ... as folhas não balançam. Não tem vento. TUDO PARADO.

 

Crônica escrita por Aurelina Haydêe do Carmo.


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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

A vida vale ouro | Aurelina Haydêe do Carmo

A vida vale ouro
Aurelina Haydêe do Carmo










Nasceu, nasceu.
O Nenê – o bebê.
Corre, em cima do girau
Tem dois foguetes e
O fubá do mingau

Pega um (foguete) e solta
No meio do terreiro.
Amarra o franguinho
Prá não ficar arisquinho.

Escutando o rojão
No silêncio da mata,
Parecia um trovão.

Os vizinhos correm em direção,
Para ver quem chega primeiro,
E dar sua benção.

Deitada no berço improvisado,
Lá estava o bebê – muitas opiniões.
Na parede a folhinha –
O nome que recebeu – AURELINA.

Muitas querendo ser madrinha.
Primeiro presente – uma bola de ouro.
Guardei bem escondidinho,
Foi embora no sumidouro.

Atravessei muitos redemoinhos.
Mas a vida vale ouro.
Um rojão – significa menina.
Vivo feliz como DEUS determina.

Poesia Autoral: Aurelina Haydêe do Carmo
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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Atravessei (Aurelina Haydêe do Carmo).

Atravessei (Aurelina Haydêe do Carmo)

Sim – atravessei
Jardins floridos,
Por eles passei
Lembro – eram bem coloridos.

Atravessei sim – desertos,
Na areia nunca tropecei.
Caminhava na direção certa.
Pensamento fixo- vencerei.

Jardins floridos, desertos abrasador,
O que importa é amenizar a dor
Em conformidade as expectativas.

Às vezes festas, as vezes tristezas,
Numa eterna disputa – beleza.
A heroína da história, desfila e cativa.
Poesia de Aurelina Haydêe do Carmo
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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Outubro – Mês do meu aniversario

Outubro – Mês do meu aniversário

 

 

Era outubro para os romanos, como hoje é para os povos que lhes sucederam no continente europeu, o mês consagrado às colheitas e vindimas.

Este nome provém de octo, que em latim significa oito.

Com efeito, era o oitavo mês do antigo calendário romano, passando a décimo quando NUMA, rei de Roma, fixou o princípio do ano no primeiro dia de janeiro; mas outubro não mudou de nome pelo fato de mudar de lugar na série dos meses.

Celebravam nesse mês, tanto os romanos como os gregos, muitas festividades. Em uma dessas festas era costume atirar aos poços e fontes coroas tecidas de flores e ervas, como tributo  às ninfas, a quem tais festas eram consagradas.

Outubro – era também o mês da colheita das frutas, cujas primícias se ofereciam às divindades.

 *transcrito – livro lV, pág 91 (Tesouro da Juventude).

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

O jardim das nove horas. (Aurelina Haydêe do Carmo)

O jardim das nove horas. (Aurelina Haydêe do Carmo)

 



Assim era nosso jardim.
Tinha nove horas e jasmim,
Todos os dias às 9 horas,
Os meninos jogavam bola.

 

Florava e desabrochava
Às 9 horas e às nove horas
No chão bruto desenhava
E esparramava as nove horas.

 

Mostrava um colorido vermelho,
Carmim, lilás quase roxo
Por entre o jardim.

 

Contemplo sem nove horas
Quase todas as horas
Às nove horas do meu jardim.


#primavera #cuiabá

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Planto flores ( Aurelina Haydêe do Carmo)

Planto flores ( Aurelina Haydêe do Carmo)














Primavera,
Flores
De todas as cores

Sol radiante
Seguimos avante,
Para esbanjar
Como se fosse manjar.

Planto flores
De todas as cores,
Matizes- lembrando infância,
Na claridade de teus dias
Recordo com alegria
Um passado de lembrança.

#primavera #cuiabá

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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

22 de Setembro começa Primavera

Suave aroma  ( Aurelina Haydêe do Carmo)

 

Ah! Perfume de flores
Atravessando quintais.
Suave aroma doce,
Não penso em nada mais.

É primavera.

Ramalhete de rosas
Enfeitam janelas e portas.
Perdida entre elas- estou vaidosa.

Cheiro de flores
Brancas, amarelas
E, de muitas cores.

Na rua empinando nariz,
Cheirando até a raiz,
Suave aroma, perfume de flores.


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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Adoce a gosto

Adoce a gosto.

Texto escrito por Aurelina Haydêe do Carmo

Não sei se, vocês que estão lendo este artigo agora, lembram de uma propaganda que um banco anunciava sobre os seus pacotes de negócios para seus clientes.

Tinha uma senhora meio idosa(risos), ou é idosa ou não é, digo meio é um jeito carinhoso de tornar um pouco light a idade. Essa senhora chamava Dona Esmeralda. Todos os dias ela ia ao Banco e enquanto ela aguardava sua vez (naquela época idoso não tinha preferencia), era servido um chá.

Então a propaganda dizia: Dona Esmeralda gosta de chá. Falando em chá, eu não sou Esmeralda, mas também gosto de chá.

Como artista plastica, aprecio artesanatos e tenho por costume oferecer as minhas amigas, um dos meus mimos, caixa pintada por mim e dentro coloco os saches de chá de diversos aromas. Qual não foi minha surpresa um dia desses, acabando de tomar o meu chá - chá misto verde com Menta, o saquinho amarrado na asa da xícara,(que por sinal é um charme), surpreendi com um proverbio de Goeth,Victor Hugo e um Provérbio Chinês.


  • Todos os dias deveríamos ler um bom poema, ouvir uma linda canção, contemplar um belo quadro e dizer algumas bonitas palavras(Goethe).

  • Nos olhos de um jovem arde a chama.  Nos do velho brilha a luz(Victor Hugo).

  • Jamais se desespere em meio as mais sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda. ( Provérbio Chinês ).
E assim por diante...

Fiquei encantada com a iniciativa da industria que nos repassa um saboroso chá, muito bem acondicionado. 

Na tampa de dentro traz "dicas para um ótimo chá". Na lateral da caixa mostra: modo de usar e na outra lateral escrito em letras grandes - COLECIONE! E em vermelho,  bem em destaque " Em cada sabor uma receita".

A primeira caixa que eu comprei e tive tempo de ler: Sugestão de Receita:

 Biscoito de ...

Ingredientes:
Modo de preparo:
Rende 60 unidades
Tempo de Preparo: 35 minutos.

Ah! Quantas caixas, quantos dizeres lindos que podíamos ter lido e fazer parte do nosso dia a dia. 
Quantas receitas praticas foram e estão sendo jogadas no lixo! Talvez nunca imaginamos que uma caixinha de chá com 10 envelopes iria alimentar ate nossa alma e enquanto o chá está em infusão de 2 a 3 minutos ou até conseguir o sabor da nossa preferencia, quanta coisa iria transformar em nossa vida 
Adoce a gosto.

Texto escrito por Aurelina Haydêe do Carmo
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Aurelina Haydêe do Carmo

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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

A foto ¾ | Aurelina Haydee do Carmo

A foto ¾
Aurelina Haydee do Carmo
 
Nosso vizinho, homem trabalhador, honesto e dedicado, funcionário Público Federal, depois de muitos anos de labuta veio a sua aposentadoria.

Não sabemos se o mesmo ficou feliz ou triste, pois ele amava o serviço, trabalhava numa sala ampla, com ventilador de teto, com direito a lustre de cristal, muito suntuoso. Com o passar do tempo aquele homem, foi ficando triste, apagado.
Naquela época, não muito tempo atrás, homem que era Homem de verdade, não ajudava em nada nas tarefas de casa. "Trabalho de homem é de homem, trabalho de mulher é trabalho de mulher", não podia misturar. Até parecia que dava cólica. Homem não sabia catar arroz, nem feijão, não varria casa, não torcia e nem estendia roupas no varal. Passar ferro nas camisas de linho, nem pensar, mas queriam “andar nos trinques”,  Nem carpir eles sabiam, quanto mais molhar o jardim(risos).
E, então, este Senhor começou a ficar doente, pior que uma barata tonta.Sem nada para fazer teve uma ideia, comprou uma Kodak (Maquina Fotográfica), aquela que tinha um tripé e ficava escondido dentro de um pano preto. Saiu tirando foto 3/4 . Primeiro dos vizinhos, pois ele estava ensaiando, não tinha curso. Sorte dele, pois nessa época era véspera de eleições e muita gente precisava fazer o titulo para votar, o titulo tinha foto.
Primeira foto, “click”, depois de 15 dias chega ele falando que tinha que tirar outra, pois não saiu boa.
Segunda foto,”click”, lá foi ele, mal virou, as más línguas diziam que a foto ¾ que ele bateu, só saiu do pescoço até a barriga.
Com muita ansiedade a jovem senhora todos os dias ficava horas e mais horas na cancela de sua casa aguardando a chegada do fotógrafo.
Depois de mais de 20 dias, chega ele todo sem graça, dizendo que não ficou muito boa a foto, ele queria tirar uma melhor.
Terceira foto,”click”, de novo as más línguas diziam que desta vez, ele caprichou tanto, que só saiu os pés da jovem senhora.

Como as eleições se aproximava e era a 1ª vez que ela ia votar, o seu pai zangado, botou a moça na garupa da bicicleta e foi até a cidade, procurou o japonês que era profissional, trouxe escrito num pedaço de papel, o dia que afinal poderia ter ½ dúzia de fotos. O aprendiz de fotografo mudou para o sitio, acho que já aprendeu a tirar fotos (risos), pois hoje com tanta tecnologia, qualquer criança de 02 anos maneja, de certa forma, muito bem a sua maquinazinha, Prestou? Prestou! Não prestou? Tira outra foto!(risos).

Conto escrito por Aurelina Haydee do Carmo
 
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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Salmos 23


Salmos 23 

1 O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.

2 Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranqüilas;

3 restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.

4 Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.

5 Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice.

6 Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver.

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