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terça-feira, 17 de julho de 2018

O VALOR do HOMEM- 15 de julho- DIA do HOMEM-

O VALOR do HOMEM- 15 de julho- DIA do HOMEM-

O VALOR do HOMEM-  15 de julho- DIA do HOMEM-

“Ora, quanto mais vale um homem do que uma ovelha! Mateus 12.v12a.

“No período da escravidão, o homem negro valia na razão direta de sua produtividade, projetada pela rigidez de seus músculos, vigor da juventude, dentes sadios, força, tamanho, saúde.

Alguns conceitos de Educação valorizam o homem pela capacidade de ser útil ao Estado. O homem vale pela sua destreza, sua habilidade de manejar armas para defender a nação.

Outros valorizam o homem pela tradição familiar, pelo poder econômico, pela sua cultura. Estamos sempre medindo, pesando, valorizando as pessoas...”
Com estas palavras queremos perguntar: quanto vale o homem que esta diante de você?

Ah! se pudéssemos atribuir valores às imagens que seus olhos gravaram, pesar o produto de suas orações, de suas bondades e conselhos!...
Se pudéssemos quilometrar os seus passos à procura da conquista de vitórias! Se pudéssemos medir o alcance de sua voz, para construir um mundo melhor!

Que valor daríamos? Não é possível medir quantitativamente a vida de ninguém. A verdadeira medida se revela nos frutos: pelos seus frutos os conhecereis...”
Quanto vale um homem que se dedica inteiramente a DEUS?

Você vale muito.
Manancial 2T94
Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Especialista em Madeira

Dia do Engenheiro Florestal - (12 de Julho)

Especialista em Madeira
Conto por Aurelina Haydêe do Carmo

Uma amiga ligou contando de uma palestra que ela presenciara.
O palestrante dizia que todos nós somos como uma madeira.
Ele discorreu sobre a utilidade  e a importância de certas madeiras.
Então fez a pergunta para que cada participante imaginasse como se fosse uma madeira e assim viajou em suas ideias mirabolantes.

Ela ligou só para saber.
- Amiga! Imagina que você é uma madeira: Que madeira você acha que é?
Sem titubear respondi: CERNE, na hora lembrei da brincadeira de criança:
                   QUE PÁU QUE É ESTE ?
Todas as crianças gostaria de ser CERNE -PÁU QUE INVERGA ,MAS NÃO QUEBRA.

Ela indagou – me: Por que você acha que é CERNE?
Respondi: Eu sou aquele navio que encontrou muitas tempestades em alto mar, mas... cheguei ao porto, sã e salva. Acho que  o navio era de CERNE. Rimos bastante da nossa conversa. Desligamos  o telefone e eu fui terminar de fazer um bolo, ainda bem que não tinha colocado o fermento.

Fiquei pensando no CERNE.
Que serventia tem um CERNE?
“ Como estava fazendo o bolo, mas que depressa peguei o meu “AURÉLIO” (dicionário da Língua Portuguesa). Se eu ligasse o computador – babau bolo...

Vamos ao dicionário:
CERNE – Parte do lenho das árvores, no centro do tronco, formada de células mortas e substâncias nutritivas de reserva;  âmago.
Depois pesquisando sobre a madeira que achei que era,  ví que é o nº de CERNES que identifica a idade de uma árvore.

CERNE é ainda, no sentido figurado, o indivíduo que apesar de idoso se encontra forte e robusto ( é o meu caso) risos. Mas é verdade, acreditem...

Pesquisando mais a fundo descobri que as madeiras de lei apresentam dureza alta, pois provem de árvores mais longevas, com o CERNE bastante desenvolvido.

Concluindo: acho que já dei uma boa aula de CERNE.
Sob o aspecto comercial, entretanto, a madeira propriamente dita é somente o CERNE, em virtude das suas qualidades de resistência, durabilidade e beleza.

Comecei a enumerar as madeiras mais conhecidas – Andiroba,  Aroeira , Angelim, Cedro, Cedrinho, Cerejeira , Cumarú,  Faeira, Freijó, Goiabão, Imbuia, Ipê, Páu-d’arco, Peroba, Pinho, Sucupira, Macacaúba, Mogno, Pau – amarelo, Jacarandá, Maçaranduba etc...

Depois de muitas pesquisas sobre madeira, caí na real.
Será que estava preparando para uma “Tese de Doutorado” ou vou montar uma madeireira?


Uma coisa eu sei, sem muito esforço, virei uma Especialista em Madeira.
 Conto por Aurelina Haydêe do Carmo
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terça-feira, 10 de julho de 2018

Arroz sem sal - 10 de Julho - Dia da Pizza

10 de Julho - Dia da Pizza
Arroz sem sal
Conto por Aurelina Haydêe do Carmo

O encontro era numa pizzaria muito elegante da cidade- aniversário de uma amiga. Estava muito divertida a noite.
Cada um pedia o que queria, pois o objetivo era ir lá e abraçar a nossa amiga pelo seu aniversário. Então, pedi uma pizza média, meio a meio.
O garçom nada falou. Quando o pedido chegou, percebi que era uma grande e não uma média.
Ele delicadamente explicou que a media não dividia por isso que veio a grande. Caiu a ficha. Tudo bem, qual não foi a surpresa – estava salgada, por demais. Então, pensei... viemos divertir. Tapeei um pouco.

O conjunto fez um silêncio e o cantor começou a cantar um emocionante “PARABÉNS PRA VOCÊ”.

Sem ninguém perceber chamei o garçom e pedi que ele embalasse a pizza para viagem.
Lá vem ele, com uma linda embalagem, desfilando entre as mesas e aos olhares de todos. Pois a caixa que trazia o conteúdo, era muito bonita de um colorido bem chamativo, fazia propaganda de outro produto que ninguém resistia, mas já estavam satisfeitos(barriga é pequena) risos.

Engraçado que a caixa foi passando de mão em mão e todos perguntavam como eu vi aquela guloseima.
Mantive o suspense, pois ninguém ousou a abrir a caixa (povo educado).
O dono ou o gerente, não sei, muito gentil, agradeceu e disse:      - Volte sempre. Abri um largo sorriso e disse que estava tudo maravilhoso.


No estacionamento bem baixinho contei o segredo. Fui premiada “derrubaram o pacote de sal na minha pizza”. Vou leva-la e comer amanhã com ARROZ sem SAL.
Conto por Aurelina Haydêe do Carmo


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sexta-feira, 6 de julho de 2018

08 de Julho - Dia mundial da alegria

08 de Julho - Dia mundial da alegria

A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles
  
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terça-feira, 3 de julho de 2018

02 Julho - Dia do Bombeiro Brasileiro

02 Julho - Dia do Bombeiro Brasileiro

Dia do Bombeiro Brasileiro, dos profissionais conhecidos como "heróis anônimos" que, diariamente estão prontos para salvar a vida de desconhecidos.

Origem da data comemorativa

A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas.
Oficialmente, o decreto-lei nº 35.309, de 2 de abril de 1954, é quem instituiu o Dia do Bombeiro Brasileiro. Na mesma semana, também ocorrem prevenções contra incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

Portal G1


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sexta-feira, 29 de junho de 2018

O BARQUINHO

O BARQUINHO   

Era uma vez um menino chamado Toninho.

Toninho morava perto de um rio, e por isso, gostava muito de barcos.

Ele sempre fazia barquinhos de papeis, mas eles acabavam se desmanchando na água.

Um dia, enquanto caminhava pelas ruas da pequena cidade onde morava, ele viu na vitrine da loja, um barco bem bonito, do jeitinho que ele queria.

Toninho entrou na loja e perguntou o preço do barco ao dono da loja.

Era um valor muito alto e Toninho não tinha o dinheiro para comprar ao barco.

Saiu muito triste da loja. Foi no caminho que teve uma idéia. Iria construir o seu próprio barco, mas não de papel, como das outras vezes. Agora ele iria construir um barco de madeira.

Por vários dias, Toninho, juntamente com o seu pai, construiu um lindo barco, o qual o término foi pintado com cores alegres.

Os olhos de Toninho brilharam de alegria ao ver o lindo barquinho colorido. Ficara lindo.

Com todo cuidado, Toninho colocou o barco no laguinho, que ficava perto do rio. E ali, brincava alegremente com o seu barquinho.

Um dia, quando Toninho brincava com o seu barco, veio uma forte tempestade levou o barco de Toninho para o rio. Toninho tentou alcançar o barco, mas foi em vão. As águas estavam muito agitadas e levou o barco para longe.

Toninho ficou muito triste. O pai até queria fazer outro barco, mas Toninho queria aquele, porque ele tinha gostado muito dele. Outro barco não seria a mesma coisa.

Toninho ficou a caminhar  tristemente pelas ruas da cidade. Quando, de repente ao olhar para uma vitrine de uma loja, viu um barquinho muito parecido com o seu.

Ele entrou na loja e pediu ao vendedor para mostrar o barquinho. Toninho pegou o barquinho nas mãos e examinando-o cuidadosamente e concluiu:

 - Esse é o meu barquinho.

 O vendedor sorriu para o menino e disse:

- Esse barco pode ser seu garoto, mas tem que pagar o preço dele.

 Toninho, entre lágrimas, tentou explicar o ocorrido para o vendedor. Mas, o vendedor disse que para Toninho ter o barco de volta, ele teria que pagar o valor do mesmo, porque aquele barco agora pertencia à loja.

 Toninho saiu da loja muito triste, pensando o que fazer para conseguir o seu barco de volta. Decidiu que iria trabalhar muito, até ajuntar o dinheiro e comprar o barco.

 E assim Toninho fez. Por vários dias, Toninho trabalhou incessantemente como entregador, limpador de calçadas, etc. Até que um dia, conseguiu ajuntar o dinheiro para comprar o seu barquinho.

 Toninho foi apressadamente a loja, com medo de não encontrar o barquinho. Mas... para a sua alegria, o barco ainda estava lá.

Toninho entregou o dinheiro ao vendedor que lhe deu o barco em troca.

Toninho, tomou  em seus braços o barquinho dando um suspiro aliviado e disse:

 -  Meu barquinho querido. Você é meu duas vezes. A primeira vez, porque eu te construí e agora a segunda vez porque eu te comprei.

 Essa história é semelhante a nossa vida. E poderíamos dizer que somos como aquele barquinho. Um dia, Deus fez o homem com muito amor e carinho, mas a tempestade (pecado), separou o criador da criatura.  Mas... Deus, o criador teve um plano e através de Jesus Cristo, seu filho, Ele pode trazer o homem de volta para os braços do criador.

Muitas pessoas ainda andam longe do criador, mas Deus espera ansiosamente para toma-lo em seus braços amorosos, porque o preço já foi pago através do sangue de Jesus derramado na cruz por causa dos nossos pecados.
 (autor: desconhecido - adaptação Lina)

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terça-feira, 26 de junho de 2018

A parábola do milho bom

A parábola do milho bom

Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido.

Ano após ano, ele ganhava o troféu Milho Gigante da feira da agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.

Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado e valioso produto. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos.

– Como pode o Senhor dispor-se a compartilhar sua melhor semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano? – indagou o repórter.

O fazendeiro pensou por um instante, e respondeu:

– Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho.

Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom. Ele era atento às conectividades da vida. O milho dele não poderia melhorar se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade aumentada.

Assim é também em outras dimensões da nossa vida.

Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos!
Autor desconhecido
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