quinta-feira, 20 de junho de 2019

Corpus Cristi João 6:47-59

Corpus Cristi João 6:47-59 
47 Asseguro-lhes que aquele que crê tem a vida eterna.
48 Eu sou o pão da vida.
49 Os seus antepassados comeram o maná no deserto, mas morreram.
50 Todavia, aqui está o pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer.
51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo".
52 Então os judeus começaram a discutir exaltadamente entre si: "Como pode este homem nos oferecer a sua carne para comermos? "
53 Jesus lhes disse: "Eu lhes digo a verdade: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em si mesmos.
54 Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55 Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
56 Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57 Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa.
58 Este é o pão que desceu do céu. Os antepassados de vocês comeram o maná e morreram, mas aquele que se alimenta deste pão viverá para sempre".
59 Ele disse isso quando ensinava na sinagoga de Cafarnaum.

João 6:47-59
Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Todas as Cartas de Amor são Ridículas

Todas as Cartas de Amor são Ridículas

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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terça-feira, 11 de junho de 2019

Pentecoste Atos 2:1-12

Pentecoste Atos 2:1-12
1 Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar.
2 De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados.
3 E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles.
4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava.
5 Havia em Jerusalém judeus, tementes a Deus, vindos de todas as nações do mundo.
6 Ouvindo-se este som, ajuntou-se uma multidão que ficou perplexa, pois cada um os ouvia falar em sua própria língua.
7 Atônitos e maravilhados, eles perguntavam: "Acaso não são galileus todos estes homens que estão falando?
8 Então, como os ouvimos, cada um de nós, em nossa própria língua materna?
9 Partos, medos e elamitas; habitantes da Mesopotâmia, Judéia e Capadócia, Ponto e da província da Ásia,
10 Frígia e Panfília, Egito e das partes da Líbia próximas a Cirene; visitantes vindos de Roma,
11 tanto judeus como convertidos ao judaísmo; cretenses e árabes. Nós os ouvimos declarar as maravilhas de Deus em nossa própria língua! "
12 Atônitos e perplexos, todos perguntavam uns aos outros: "Que significa isto? "

Bíblia NVI

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Sabiá

Sabiá
Canta, canta, sabiá,
Seu canto primaveril,
Saudando a madrugada
Neste querido Brasil.

Canta, canta, sabiá,
Seu canto varonil,
Em nossa messe florida,
Em nosso céu cor de anil.

Canta, sabiá,
Enquanto houver ninhos.
Canta, sabiá,
Enquanto houver filhotinhos.
Canta, sabiá,
Enquanto houver passarinhos.

Canta, sabiá,
Enquanto o sol nascer rubro no oriente.
Canta, sabiá,
Enquanto o sol se opor púrpuro no ocidente.
Canta, sabiá,
Enquanto a terra produzir sementes.
Canta, sabiá,
Enquanto florir flores  no meio ambiente.

Um dia, talvez,  não ouviremos mais o seu melodioso cantar.
Quando nos dermos conta, será tarde demais para voltar
Da destruição, da poluição e do seu hábitat descartar.

Canta, sabiá, mais um pouquinho,
No travesseiro quero ouvir seu canto tristonho
Que me transporta à infância,
Onde vivia feliz, feliz só de sonhos.

Walter Menezes
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terça-feira, 4 de junho de 2019

Mês de junho

Mês de junho
Aurelina Haydêe do Carmo

Era quarta-feira,
Tudo aconteceu no quarteirão,
Ensaiou semana inteira ,
Para a festa de São João.

Cada um no seu quadrado.
Presos aos padrões tradicionais
Não olhavam para os lados,
Antes de dar o sinal.


Apareceu um quadragenário
Com uma pequena quadrícula
Prevendo um quadriênio,
Para seus quadrigêmeos.

Dançando quadrilha,
Balançando o quadril,
Lendo estórias em quadrinhos
Ditava versos de amor.

Embarca num quadrimotor,
Que sobe como balão.

Some feito bolhas de sabão.

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domingo, 12 de maio de 2019

A poetisa Aurelina, interpretando o poema de Gióia Jr. DESEJO de MÃE


A poetisa Aurelina, interpretando o poema de Gióia Jr. DESEJO de MÃE

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quinta-feira, 2 de maio de 2019

FLORES PARA MINHA MÃE

FLORES PARA MINHA MÃE
Autora: Aurelina Haydêe do Carmo

        
Óleo s/ tela 030 x 040: Aurelina haydêe do Carmo
Ah!...Faz muito tempo que D. BONEQUINHA se foi... Foi para tristeza nossa, foi para nunca mais voltar.
         Sempre achei sua trajetória muito rápida. Foi igual a um cometa, ou, talvez como o LÍRIO do CAMPO...
         Deixou muito perfume da sua existência nesta vida. Ainda hoje caminhamos trilhando com muitas saudades. A placa colocada na porta da nossa loja, elaborada com a letra do meu único irmão, ficou na minha memória.
         Fechado: “MOTIVO LUTO”.
         Assim como ficou gravada a música “CORAÇÃO de LUTO” que na época, todas as rádios e alto falantes tocavam nas alturas, pois era sucesso.
         Eu trabalhava num colégio muito bonito, que tem um saguão bem grande. Quando saí da minha sala, olhando para a entrada do colégio, deparei com a minha irmã, mais nova que eu. Corri ao seu encontro, nós nos aproximamos e ela não disse nada, abraçamos e começamos a chorar.
         A música do barzinho ao lado, parecia que era só para mim naquele momento.
         Todas as placas que avisa “Luto”, me faz lembrar daquele dia fatídico, em que minha mãe partiu do nosso convívio, deixando nossa casa grande demais, vazia, ficou como se fosse um labirinto.
         Nossa mãe que nos ensinou as primeiras letras. Ela que fazia os nossos lindos vestidos, tecidos comprados em uma loja de importados, costuras muito caprichadas imitando a alta costura.
         Guardamos com muito carinho as fotos tiradas pelo fotógrafo Japonês  ou chinês, não me lembro, só sei que era ele o fotógrafo da cidade.
         Ela bordava nossas camisolas e colocava lindas rendas nas nossas anáguas e as engomavam.
         A sua voz era bem afinada, cantava muito e vivia sorrindo. Gostava de viver, tinha muitas amigas. Nossa casa era cheia de gente, gente de perto e gente de longe.
         Enfim, era uma mulher linda, com longos cabelos lisos, castanhos, deixando uma onda do lado esquerdo transparecer toda a sua graciosidade.

         Bem, tenho muito para falar de sobre ela. A vida inevitavelmente, continua, não tem outro jeito, então, carinhosamente “ FLORES para minha MÃE”.
Conto: Autora: Aurelina Haydêe do Carmo
Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo