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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Poesia: Divina Luz

Poesia:
Divina Luz

Hoje nasceu tão pequenino
E tão risonho Deus menino,
O céu se abriu calmo e contente
Surgiu a Estrela resplandecente

Quanto eu me alegro
De meu Jesus
Em mim derrama
Divina Luz.

(Autor Desconhecido)

 De todas as poesias que declamei esta ficou marcada, era Dezembro, o ano eu me lembro, mas não vou revelar
(risos) faz tanto tempo..., tinha  6 anos de idade, lembro muito bem do meu vestido cor de rosa com laços de cetim, a mamãe que procurava o modelo e confeccionava as nossas roupas com sua maquina de pedal, a mesa ou aparador que segurava a maquina era ou melhor digo, é de ferro trabalhado, pois é uma das relinquias que ainda hoje ornamenta a área de minha casa, servindo como aparador um retângulo de mármore róseo,  ornamentado por uma linda samambaia. Falando na máquina, minha mãe costurava como se tivesse aprendido "alta costura", sem defeito, era só acertar o ponto, caprichava mesmo, até no acholeado ( remate caprichado no avesso das roupas).

Lá íamos nós... em matéria de alegria, vida, animação e ritmo de festas, nunca houve igual.

Cada uma ensaiava e declamava, a sua poesia, as mães ficavam babando diante de tanta desenvoltura de seus rebentos.

Igrejas juncadas de flores, romãs e pitombas maduras ( uma versão muito atual do natal), entremeadas de fitas e sorrisos largos das crianças.

Ah! felizes tempos... ditoso NATAL.
Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

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