sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Cimento

Cimento
 (Escrita por Aurelina Haydêe do Carmo para trabalho final do Curso de Crônicas)

Ela alugou uma casa,
Com área de circulação muito estreita,
Fora dos padrões tradicionais,

De vez em quando, mirava a casa da vizinha, melhor que a sua, mas esta era sua casa alugada e pagava com resultado de muitas gotas de suor.
Sonhava com uma casa igual da vizinha, com churrasqueira.

A vizinha, todos os sábados fazia churrasco e o cheiro exalava por toda a cercania. Ela sentia o cheiro da carne assada, ficava horas com água na boca e muitas vezes dirigia até ao lavabo e escovava os dentes para sentir que de fato havia mastigado um pouco daquela suculenta carne.

Imaginava... uma picanha envolta com deliciosas gordurinhas meio queimadinha, no ponto, carne esta não tão sangrenta, como gostam nossos Hermanos e não tão esturricada, como alguns dos nossos preferem.

Ela, sente o cheiro, aroma de *Casa de Festa, boi grill.
Encabulada, assiste a TV- É de Casa, levanta e arruma a casa, para receber amigos(as).

Os objetos da casa estão empoeirados, talvez com alguns resquícios de fuligens produzidos pela casa da vizinha que os ventos alísios  carregaram depositando nos seus pobres bibelôs de louças ou porcelanas, que são limpos, banhando-os numa bacia esmaltadas- bibelô e bacias eram verdadeiros antiquários, herança de sua avô e guardadas com muito zelo, foram trazidos da Itália, embrulhadas em roupas de rendas e de cetim.

De repente uma nostalgia, cansaço a perturba (trabalho fora de casa e nas horas vagas faço serviço de casa), faina de casa não rende e ainda mais, o cheiro de carne assada me causa náuseas, ouvir passos de crianças, crianças cantarolando, gritando...

Queria tanto uma casa. Uma casa sossegada, sem cheiro de carne assada, sem crianças choramingando, me perturbando, sem gritos ,sem péc ,péc de chinelos.
Bom, serviço de casa não rende.
Amanhã é domingo- saírei cedo,  madrugada, na alvorada.

Quando o sino da matriz dar 6 badaladas, saírei em direção à Casa do Senhor.
Domingo passo as horas orando...
Desta vez com muita fé, vou pedir para o Cristo Crucificado, que foi morto, mas ressuscitou – quero uma casa que eu possa falar “meu lar”. Não almejo uma casa cheia de prata e de ouro – como disse Balaâo para os servos de Balaque.

Ora, quero casar, quero uma casa com churrasqueira e crianças pulando e cantando pelos quintais.
Quem casa, quer casa.
Casa construída na rocha.

Casamento rima com cimento.
Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

domingo, 11 de agosto de 2019

O Milagre da fé | Homenagem Dias dos Pais

Poesia de Mario Barreto França declamada pela poetisa Aurelina, Homenagem Dias dos Pais. (Clica no Play para escutar a declamação).




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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

VG Noticias entrevistando a Professora Aurelina sobre o novo Livro: " De Tudo Um Pouco".


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terça-feira, 30 de julho de 2019

Eu vi | poesia de Aurelina Haydêe do Carmo

Eu vi
Aurelina Haydêe do Carmo

Dormi.
Sonhei, pensei que estava
Sonhando acordada,
Era um brilho intenso,
Estava sendo banhada
Pela lua,
A persiana não resistiu
O brilho
Nem eu...
Levantei, abri a janela
Era uma lua grande e bela.

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Dia da Vovó | 26 de julho.

Dia da Vovó


Eu e meu neto
Eu e meu neto
Dia da Vovó é comemorado anualmente em 26 de julho.
Esta data tem o objetivo de homenagear toda a consideração e carinho que os avós, neste caso, principalmente as vovós dão aos netos.
No imaginário popular, os avós são considerados como os nossos "segundos pais". São "responsáveis" por mimar e ajudar os netos nas suas travessuras.
Para agradecer toda a paciência e atenção recebida da vovó e do vovô, os netos aproveitam esta data para presenteá-los ou fazer homenagens especiais.
No Brasil, também é costume chamar os avós de vó ou vô por isso este é o Dia da Vó.
Embora seja mais conhecido como Dia da Vovó, muitas pessoas também incluem o Vovô na festa. No 26 de julho também é conhecido como Dia Mundial dos Avós.
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terça-feira, 23 de julho de 2019

Para recitar | poesia de Aurelina Haydêe do Carmo

Para recitar
poesia de Aurelina Haydêe do Carmo

Eu quero fazer poesias
Poesias que canta minha cidade.
Durante o dia e até de madrugada.
Como resolver esta cilada?

PEMEGARE.
Vivo a procurar pelos ares,
INSPIRAÇÕES
Já contei carneirinhos,
Fiz hinos,
Dobraram os sinos.

CARAMBA!
Que cabeça dura.
Meu Deus! Como enfrentar
A falta de inspiração?
DURMO.

Tenho pressa em despertar,
Sentir claridade às ideias,

Para fazer poemas e recitar.

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

A BANDEIRA | Dia 19 - dia do Futebol

A BANDEIRA | Dia 19 - dia do Futebol
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A BANDEIRA
Escrito por Aurelina Haydêe do Carmo - mundial 2014

Hoje a nossa cidade amanheceu muito fria, acordei e fui ler uma das revistas importante do nosso País. 

Desfolhando-a encontrei um assunto de um colunista muito bom. Ele descrevia o não empolgamento do brasileiro com a COPA.

Dizia ele: o BRASIL conhecido mundialmente como “País do Futebol” brigamos tanto para ser a sede. Ganhamos. Mas o empolgamento durou pouco.

Nas vésperas do mundial, não existe nada de alegria, nada nas ruas...
Incrível, saí à janela para ver o tempo, lá na outra rua onde existe uma casa, que até então eu achava que estava abandonada, ví entre a cerração um vulto se movimentando procurando colocar no alto da casa uma “ BANDEIRA do BRASIL”.

O homem, subiu na escada, alcançou o muro, não deu certo, desceu pegou uma vassoura e tentou tudo de novo.


Arre! Consegui. Conseguiu não, pois não atingiu o cume do telhado. Desceu e ficou horas de braços cruzados atrás, cabeça erguida olhando a sua vitória. Parecia muito feliz, o vento em muito ajudava a agitação, mesmo não alcançando o topo lá está a tremular- a BANDEIRA.


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terça-feira, 16 de julho de 2019

UMA HISTÓRIA de AMOR à CUIABÁ | Dia 16 - Dia do Comerciante, uma Homenagem ao meu pai, comerciante do Bairro do Porto.

Dia 16 - Dia do Comerciante, uma Homenagem ao meu pai, comerciante do Bairro do Porto.

UMA HISTÓRIA de AMOR à CUIABÁ
Relato feito por Aurelina Haydee do Carmo

CUIABÁ de antigamente, não muito tempo atrás, segundo o calendário histórico, a nossa capital era dividida em: Cidade e Porto.
Portanto, até hoje, nós do Porto (bairro), somos identificados como “gente do Porto”.
No Porto dentre muitos comércios que se estendiam ao longo da larga Avenida 15 de Novembro, destacava a CASA MERCÚRIO de URBANO do CARMO ( meu pai).
Este era um habilidoso comerciante, prendado na arte de fazer sapatos.  Daí o seu primeiro nome, SAPATARIA MERCURIO, que na verdade era uma indústria onde naquela época ( na metade do século passado), este comerciante empregava diversos trabalhadores e aprendizes.
Ser comerciante já estava no seu sangue. Sua carreira começou bem cedo. Em 1926 aprendiz de sapateiro com um espanhol, onde aprendeu também o espanhol e falava corretamente.
Serviu o exército de 1929 à 1932.
Casou-se com Erothildes  Haydêe  Albuês em 1941, ela filha de tradicional família cuiabana, desta união adveio 08 filhos, dos quais 06 com Nível Superior.
Período de 1932 à 1945, residiu em Poxoréu-MT( época do garimpo de diamante), onde em contato com índios isolados aprendeu a língua BORORO.
De 1945 a 1949- trabalhou como Funcionário Público Federal em uma Base de Apoio do Ministério da Aeronáutica em Rondonópolis- MT, logo transferido para BASE AÉREA de Campo- Grande-MT( hoje MS).
- Devido a sua dedicação recebeu ordens para ser transferido para o Rio de Janeiro para integrar a equipe de Criação do aeroporto do GALEÃO ( hoje AEREOPORTO INTERNACIONAL TOM JOBIM).
Este cuiabano, nascido na antiga Rua da Caridade (hoje Av.Gen.Valle), não titubeou, entre o Rio de Janeiro (na época  Estado da Guanabara), preferiu fazer o pedido de exoneração e voltar a cidade do seu nascimento. Lembrara que aqui em Cuiabá- MT, poderia educar seus filhos e concretizar seu sonho- Fundar um grande comércio, e assim o fez.
Era um homem empreendedor:
- Acionista de vários empreendimentos;
- Iniciou sua carreira - Sapataria Mercúrio. Monta um Comércio de Calçados e Materiais para Sapateiros e Artigos para Montarias e Esportes.
Transfere seu comércio no endereço de sua propriedade, sito a Av. XV de Novembro (Porto) com o nome de CASA MERCÚRIO.
Aposenta-se por tempo de Serviço.
Era exímio cantor, no coral da igreja que frequentava dominava o naipe Tenor, com muita mestria.
Hoje fico muito feliz e de certa forma envaidecida em ver comentários dos seus feitos nas redes sociais- Whatsapp, Facebook, Instagram, etc- um dos homens de destaque da Cuiabá de Antigamente.
Fico emocionada com os relatos...
Quem lembra da SAPATARIA MERCÚRIO?
Quem calçou sapato colegial de pelica, comprado na Casa Mercúrio? E assim vai...
Em minhas viagens pelo Pantanal encontro filhos de antigos fazendeiros com saudades da Casa Mercúrio, onde compravam artigos de montaria, botas de couro curtido e que nem percorrendo as áreas alagadiças e corixos o couro desbotava.
O peão calçava as botas e varavam anos, sem defeito, só trocava por causa do desgaste do tempo.
Descansa em PAZ - Urbano do Carmo, seu corpo foi sepultado no Cemitério do Porto, num Jazigo privilegiado, bem ao lado da Capela.
Você cumpriu com distinção o seu papel de Homem trabalhador e lutador para o progresso da nossa tricentenária Cuiabá.
Esposo exemplar, pai, religioso, educador, amigo, mestre - este último apelido carinhoso dado pelos seus vizinhos que eram Cirurgião Dentistas, Médicos, Farmacêuticos e comerciantes do outro lado da cidade.
Dotado de um conhecimento e carisma impar, sua casa constantemente era visitada por políticos de todos os partidos, sacerdotes católicos, missionários evangélicos, espiritas, estudantes do projeto Rondon, vindos de diversos Estados brasileiros e pesquisadores de Universidades principalmente de São Paulo que vinham entrevistá-lo com o objetivo de estudar o nosso Estado. Urbano do Carmo era um desbravador, dizia ele *Conheço o sertão de Mato- Grosso, palmo a palmo.
Nas suas férias adentrava no sertão de Mato- Grosso, mas sempre voltava a Campo-Grande, gostava muito de Goiânia – Go, cidade que ele conquistou amizades , duas de suas filhas se formaram Faculdade lá.
Apreciava viajar para São Paulo e Rio de Janeiro em companhia de sua esposa e trazia presentes para seus filhos.
-Recebeu da Prefeitura Municipal de Cuiabá – Diploma de HONRA ao MÉRITO “Luis Philippe Pereira Leite, pelos relevantes serviços prestados à Cuiabá.
O seu trabalho, a sua luta e a sua dedicação sempre deve ser respeitada, lembrada e valorizada.
O nosso reconhecimento e gratidão por tudo que fez em prol da nossa Capital.
            - recebeu nome de rua numa das principais avenidas- Assentamento Gamaliel.
- por unanimidade seu nome foi eleito para a Biblioteca da COMADEMAT- PATRIARCA * URBANO DO CARMO.
Frase mais emocionante que escutei do meu pai- no dia da colação de grau da nossa caçulinha ( Engenharia).  O REITOR na porta do Ginásio de Esporte, esperando os formandos para os cumprimentos . Meu pai adentrou a multidão e deu um abraço muito emocionado e disse: Reitor, hoje estou muito feliz, a Universidade me dá o mais belo presente.
·        Saí minha caçula e entra meu primeiro neto.
Belos tempos...ficaram por minutos conversando., pena que hoje ninguém tem mais tempo para flagrar  momentos como esses...não existia celular, mas o flash ficou gravado na minha memória e não tive como esconder uma lágrima ao ouvir tão profunda frase jamais olvidada por mim, naquela noite de gala, em que meu pai quebrou o protocolo

A Família CARMO, agradece os cuiabanos e os que aqui chegaram pelo reconhecimento dos trabalhos prestados por URBANO do CARMO à nossa CUIABÁ.

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

A Tabuada | Aurelina Haydêe do Carmo

A Tabuada
Aurelina Haydêe do Carmo

Quando era criança,
Tinha muita esperança,
Talvez seria cantora,
Pois a tabuada era cantada.

Sabia de cor e salteado,
De dois a dez.
Caprichava na entonação,
Era decorada com atenção.

Caso esquecesse,
Cantava também a palmatória,
Embora um dez merecesse,
Nota azul era nossa Vitória.









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terça-feira, 9 de julho de 2019

Dia 08 Dia do Padeiro e do Panificador | O Padeiro

|Dia 08 Dia do Padeiro e do Panificador |
|O Padeiro| poesia de Aurelina Haydêe do Carmo

O padeiro
Com sua carrinhola,
Gritava todos os dias
Na mesma hora.

Olha o pão!
Pão de sal,
Pão doce,
Prova que é bom.

Ele gritava
E a criançada
Se achegavam.
Cestos esvaziavam.

Tem pão Mandi?
Ele respondia:
Tem bolachas e torradinhas,
Delicias bem crocadinhas.

Pão de mel moreno e
Pão recheado de torresmo.
Era assim todos os dias.
Gritava que lá no esmo ouvia.
Olha o pão! olha o pão!
Pão quente da hora, corre...

O padeiro vai embora

E o cheiro do pão EVAPORA.
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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Dia 02 - dia do Bombeiro | Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro

Dia 02 - dia do Bombeiro | 

Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro

A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas.
Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do decreto-lei nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios.
Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.
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terça-feira, 2 de julho de 2019

TIPOS DE CASAS | Dia Internacional da Arquitetura

Dia Internacional da Arquitetura ( Dia 1° de julho) 

TIPOS DE CASAS

            
  Os tipos de casas variam de acordo com o clima e o ambiente onde são construídas. Desde que surgiu, o homem sentiu necessidade de se abrigar do sol, das chuvas, do vento, da neve e dos animais ferozes.

O homem primitivo se abrigava nas cavernas, dentro das montanhas. Ali ele se refugiava e se encontrava em segurança contra os perigos.

Os índios moram nas florestas e matas. Suas casas são construídas de madeira e sapé e são chamadas ocas.
Existem outros tipos de casas, como iglus, que são as casas das regiões geladas, e as palafitas, que são construídas em cima de lagos ou rios.

         Os materiais que o homem utiliza para a construção de suas casas são madeira, tijolos, barro, pedra, sapé, cimento, areia, ferro, etc.


        A casa é de grande importância para o homem, pois é onde ele vive em segurança com sua família.

BATITUCI, Graça, Gonzalez, Conceição. Maneira lúdica de ensinar. São Paulo: FAPI, 1.Ed.
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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Pescaria no Rio Cuiabá:

Poesia -
Pescaria no Rio Cuiabá: 
                                        Aurelina Haydee do Carmo

No rio Cuiabá,
fui pescar
sem pensar
peguei um Curimbatá.

O Barbado do Chimburé
parecia um Jurupensém.
pulava igual pipoca,
mas era uma Jurupoca.
Pintado
Ah! tempo Dourado,
peixes grandes e pequenos,
rios emoldurados
por todos os lados

Onde estará a Cachara!
alguém viu o Jaú?
um cara Pintado,
levou o Pacú.

Disseram que levava
no picuá uma Piranha

e duas Pacupeva
no rio Cuiabá nadava.

Coitado do filhote do Piau,
na piracema virou mingau
e com o sururu
faltou o Piavuçu.

Debalde, lutei...
passei quase uma tarde,
mas não peguei
nenhum Bagre.

Chum-Chum, Rapa-Canoa,
é mentira
é só uma Piquira,
do tamanho do Lambarí.

Sentei embaixo do pé de manga,
olhando o rio correr,
degustando uma Piraputanga
o Rio Cuiabá, vamos socorrer.
                                                         
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veja mais em http://www.bomdiacuiaba.com.br

terça-feira, 25 de junho de 2019

Simão Pedro - Pescador de Homens | Renan Di Melo

Baseado na passagem bíblica de Lucas 5.1-11, cujo objetivo central é a convocação dos primeiros discípulos do Mestre, o pastor Renan Di Melo traz uma análise, em especial, do chamado de Simão Pedro. Entre os pescadores, o protagonista desse texto é ele, um dos homens mais importantes da Igreja primitiva, mas, nessa ocasião, um pescador frustrado e decepcionado com a noite improdutiva de trabalho. Simão e Jesus se conheciam de outras ocasiões, já haviam se encontrado em outros lugares. Simão sabia quem era Aquele Pregador e Carpinteiro. Jesus, por Sua vez, conhecia bem quem era o pescador Galileu, e tinha planos extraordinários reservados para ele. O Mestre revolucionou a vida de Pedro, e tem propósitos sobrenaturais para a nossa vida também. Por isso, embarque nesta incrível história e descubra, por meio dela, que momentos de aparente frustração não podem interromper o seu chamado.
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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Corpus Cristi João 6:47-59

Corpus Cristi João 6:47-59 
47 Asseguro-lhes que aquele que crê tem a vida eterna.
48 Eu sou o pão da vida.
49 Os seus antepassados comeram o maná no deserto, mas morreram.
50 Todavia, aqui está o pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer.
51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo".
52 Então os judeus começaram a discutir exaltadamente entre si: "Como pode este homem nos oferecer a sua carne para comermos? "
53 Jesus lhes disse: "Eu lhes digo a verdade: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em si mesmos.
54 Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55 Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
56 Todo o que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57 Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa.
58 Este é o pão que desceu do céu. Os antepassados de vocês comeram o maná e morreram, mas aquele que se alimenta deste pão viverá para sempre".
59 Ele disse isso quando ensinava na sinagoga de Cafarnaum.

João 6:47-59
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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Todas as Cartas de Amor são Ridículas

Todas as Cartas de Amor são Ridículas

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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terça-feira, 11 de junho de 2019

Pentecoste Atos 2:1-12

Pentecoste Atos 2:1-12
1 Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar.
2 De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados.
3 E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles.
4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava.
5 Havia em Jerusalém judeus, tementes a Deus, vindos de todas as nações do mundo.
6 Ouvindo-se este som, ajuntou-se uma multidão que ficou perplexa, pois cada um os ouvia falar em sua própria língua.
7 Atônitos e maravilhados, eles perguntavam: "Acaso não são galileus todos estes homens que estão falando?
8 Então, como os ouvimos, cada um de nós, em nossa própria língua materna?
9 Partos, medos e elamitas; habitantes da Mesopotâmia, Judéia e Capadócia, Ponto e da província da Ásia,
10 Frígia e Panfília, Egito e das partes da Líbia próximas a Cirene; visitantes vindos de Roma,
11 tanto judeus como convertidos ao judaísmo; cretenses e árabes. Nós os ouvimos declarar as maravilhas de Deus em nossa própria língua! "
12 Atônitos e perplexos, todos perguntavam uns aos outros: "Que significa isto? "

Bíblia NVI

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Sabiá

Sabiá
Canta, canta, sabiá,
Seu canto primaveril,
Saudando a madrugada
Neste querido Brasil.

Canta, canta, sabiá,
Seu canto varonil,
Em nossa messe florida,
Em nosso céu cor de anil.

Canta, sabiá,
Enquanto houver ninhos.
Canta, sabiá,
Enquanto houver filhotinhos.
Canta, sabiá,
Enquanto houver passarinhos.

Canta, sabiá,
Enquanto o sol nascer rubro no oriente.
Canta, sabiá,
Enquanto o sol se opor púrpuro no ocidente.
Canta, sabiá,
Enquanto a terra produzir sementes.
Canta, sabiá,
Enquanto florir flores  no meio ambiente.

Um dia, talvez,  não ouviremos mais o seu melodioso cantar.
Quando nos dermos conta, será tarde demais para voltar
Da destruição, da poluição e do seu hábitat descartar.

Canta, sabiá, mais um pouquinho,
No travesseiro quero ouvir seu canto tristonho
Que me transporta à infância,
Onde vivia feliz, feliz só de sonhos.

Walter Menezes
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terça-feira, 4 de junho de 2019

Mês de junho

Mês de junho
Aurelina Haydêe do Carmo

Era quarta-feira,
Tudo aconteceu no quarteirão,
Ensaiou semana inteira ,
Para a festa de São João.

Cada um no seu quadrado.
Presos aos padrões tradicionais
Não olhavam para os lados,
Antes de dar o sinal.


Apareceu um quadragenário
Com uma pequena quadrícula
Prevendo um quadriênio,
Para seus quadrigêmeos.

Dançando quadrilha,
Balançando o quadril,
Lendo estórias em quadrinhos
Ditava versos de amor.

Embarca num quadrimotor,
Que sobe como balão.

Some feito bolhas de sabão.

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domingo, 12 de maio de 2019

A poetisa Aurelina, interpretando o poema de Gióia Jr. DESEJO de MÃE


A poetisa Aurelina, interpretando o poema de Gióia Jr. DESEJO de MÃE

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