quarta-feira, 7 de setembro de 2016

07 de setembro - Independência do Brasil

07 de setembro - Independência do Brasil

Conquistamos nossa independência politica, é verdade.
É uma realidade de cunho objetivo, além de festivo. É uma analise a ser feita, um exame de consciência, uma auto critica.

Pelo exame de consciência poderemos saber, se temos mostrado dignos desta imensa vastidão territorial que recebemos de Portugal. A autocritica nos esclarecerá no que construímos, nessa transformação de colônia, em nação livre, rica e forte.

O conhecimento desta Historia, sem dúvida indispensável, embora não seja suficiente, porque a configuração atual do país, não depende exclusivamente do que ele foi, mas também, e principalmente, do que pretende ser.

Foi a independência que inaugurou a fase em que aos nossos dirigentes deveria caber o mister ciclópico de criar instituições para o país. Esse momento, só o tiveram os países descobertos ou colonizados. Foi nessa hora que se apresentou aos nossos quadros administrativos o problema da formação nacional. 

Não nos esqueçamos, porem, que nessa época o Brasil já não era sede da metrópole, e que o gesto do Pedro I em nada alterou a estrutura econômica e social do País. 

Conserve-se intacta a dicotomia entre “casa grande e senzala”, tão bem estudada por Gilberto Freyre, em seu livro clássico sobre nossa formação colonial.
Nem mesmo a abolição, movimento que culminou com a queda do Trono, modificou a estrutura econômico-cultural do Brasil.

A partir de ´22, porém, e especialmente a partir de ´30, que foi a partir ´22 no plano politico, o Brasil começou a despertar e tomar consciência de si próprio. Ao processo de industrialização e de criação do mercado interno, acrescentou-se paralela e simultaneamente, todo um trabalho de pesquisa e de conhecimento da realidade e dos problemas brasileiros.
Pesquisado por Aurelina in: " Revista Dimensão" Ano III, n°3

Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

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