quinta-feira, 23 de julho de 2020

Cordas dedilhadas | Aurelina Haydêe do Carmo.

Cordas dedilhadas
Aurelina Haydêe do Carmo.


Meu bandolim,
Nunca saiu de mim.
A música me perseguia,
Meu coração em alegria.

Não sabia o que queria,
Passava meus dias,
Decifrando tracinhos sem certeza.
Lembro com muita franqueza.

Tenho saudades,
Do meu bandolim.
Hoje, num show na cidade,
Chorei lágrimas de carmim,

Ao ouvir as cordas dedilhadas,
Sentí cheiro de jasmim.
O palco- tudo parecia prá mim.
Saudades do meu bandolim

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*uma noite fria(inverno) assistindo “Sonora Brasil”
Circuito 2015-2016.

Agora vamos estender o nosso BOM DIA a Cuiabá, Mato Grosso, Brasil e ao Mundo que neste momento esta precisando muito de um BOM DIA. Professora Aurelina Haydee do Carmo

Aurelina Haydêe do Carmo

Professora Aposentada UFMT / Poetisa / Bloqueira

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